quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Oscars


Os Oscars já foram entregues e ainda não me tinha prenunciado, nem sequer fiz pré palpites ou adivinhações… não parece coisa de cinéfilo assumido, mas tenho uma relação dúbia com os Oscars, ou melhor com os filmes que ganham o prémio principal. Explicando. Não tenho absolutamente nada contra, só que poucos foram aqueles que vi com vontade de ver, por falta de curiosidade, nada mais, daí que, dos 8 filmes nomeados este ano, ainda não vi nenhum, shame shame shame on me. Queria ver Árvore da Vida porque tem uma montagem/fotografia absolutamente divinal e isso é logo meio caminho andado para desejar ver um filme, só que ainda não tive disposição, quanto aos outros, tirando Hugo que é do género fantasia e por isso também me agrada, não sei se os verei. Ok se calhar até tenho algo contra a Academia, vendo bem as coisas acho uma tremenda injustiça o facto dos meus filmes favoritos de todos os tempos não terem ganho Oscars quando os mereciam e estou-me a referir a Moulin Rouge e Amélie. Quanto a Moulin Rouge ganhou a melhor Direcção de Arte e o melhor Guarda Roupa, mas merecia ter levado os principais também.
Na noite anterior aos Oscars, lá pelas 6 da manhã, quando não conseguia dormir por causa da tendinite, revi os minutos finais de África Minha… acho que foi a primeira vez que vi um crédito final até ao fim (por acaso incrivelmente pequeno)… razão, a música magnifica. No domingo Meryl Streep ganhou o terceiro Oscars da sua excelente carreira, mas eu acho que devia ter sido o quarto.
E aqui fica uma das mais belas cenas (e música) da história do cinema. 
(O Youtube não me deixa por aqui a cena do avião a sobrevoar a paisagem Africana)

Laranjas


Com os quilos de laranjas que há nesta casa, ando-me aventurar a fazer doce de laranja, laranja cristalizada e orange curd. As primeiras experiências correram bem. 


Casa da Prisca


Andava a fazer um estudo de mercado sobre a existência de fabricantes portugueses de produtos raros de encontrar e bastante procurados em Portugal, quando entrei no site da Casa da Prisca.
Esta empresa sediada em Trancoso e criada em 1917, apresenta uma invejável gama de produtos, que vão desde a charcutaria, aos vinhos, queijos, compotas e demais gulodices de fazer salivar só de ler a composição. Notasse que é uma empresa virada para a novidade, que não se prende ao tradicional, que explora e se diversifica em vários sectores, indo ao encontro das necessidades do mercado gourmet (e não só) cada vez mais em ascensão.
Reparei que as combinações inusitadas são o seu forte, que se estranham mas que dão uma enorme curiosidade de experimentar. Vou enumerar apenas algumas, pois a variedade é imensa: nas compotas com especiarias chamo atenção para a abóbora com caril, figo com mostarda, frutos vermelhos com cominhos, morango com piri-piri, pêra com cardamomo e tomate com pimenta. As geleias são de vinho, Aragonês, Moscatel, Siria e Touriga Nacional. A secção Prisca Seduction continua com produtos que vão das pastas, cremes, mostardas, reduções, licores, sal e mel, aqui o mel com alho ou piri piri parecem-me impossíveis de imaginar.
No meio de tanta inovação, fico descansado a Casa da Prisca não ter os produtos que estou a pensar produzir e que só revelarei quando efectivamente ir com a ideia do negócio para a frente.
Resta-me dar os parabéns a esta empresa nacional, desejar-lhe prosperidade e se fosse meu cargo premiar, dava-lhe já o prémio inovação.

Boa divulgação na página do facebook, as fotos são uma tentação.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O Sal da Terra


Esperava um pouco mais desta reportagem… Entrevistar pessoas que ainda só estão na fase dos planos pode ser muito inspirador, mas tem pouco de substancial e de palpável, ficamos sem saber se serão bem sucedidas ou se tudo não passou de sonho e boas intenções.
Um estudante de 23 anos que quer ir viver para o campo e fabricar azeite sob a filosofia “o azeite é o novo vinho”… parece-me floreado demais, será que só descobriu a pólvora agora!?
Um casal de arquitectos que alugou um terreno de 2 hectares por 1500 euros/ano (a terra está barata), pretende fazer uma plantação de ervas aromáticas para fins medicinais e cosméticos, com direito a viajar pela Europa para ver outras experiencias e trazer ideias… ninguém lhes disse que as plantas aromáticas estão a tornar-se um déjà vu e em três tempos o mercado ficará saturado!?
Uma jovem empreendedora que está na fase de plantio de mirtilos,  conta que esperou 8 meses pela aprovação do projecto e 6 pelo financiamento, que desembolsou primeiro antes de receber o fundo do ProDer, que espera obter resultados em 4 anos e 5 para receber retorno… boa ideia, boa iniciativa, mas será que vale a pena pensar em grande, daqui a 5 anos vemos como estará!?
Um homem que herdou as terras dos pais e as preparou para a produção de kiwis é o único na reportagem efectivamente no activo… kiwis foram um achado de ouro neste país e de todos o único exemplo aparentemente próspero.
A reportagem tem como premissa que os jovens, perante um futuro incerto, com um diploma na mão mas sem emprego e que se recusam a emigrar, decidem voltar ao campo e dar nova vida ao interior, acreditando que a saída passa pela agricultura. A prova está nos pedidos de apoio para jovens investidores ter aumentado no último ano, não sei se real necessidade ou só porque está na moda fugir das cidades e voltar ao interior, de qualquer modo questiono-me porque será que se continua a pensar que tudo tem que partir de subsídios... o caminho mais fácil não é o que vai fazer as plantas crescer, espero que tenham consciência que o tempo e a paciência são o maior amigo/inimigo de uma vida no campo!
Para ajudar nas facilidades, a senhora ministra anunciou que vai criar um banco de terras, ou seja, terrenos abandonados vão ser açambarcados pelo estado e vendidos ou "dados" a pessoas que os queiram cultivar. À partida parece uma ideia gira e porreira, mas lá por estarem ao abandono não quer dizer que não tenham dono, toda a gente sabe que mais vale uma terra parada do que trabalhada a dar prejuízo!!! Parece que se está a querer dar uma reviravolta na crise, obrigando as pessoas a trabalhar no velhinho sector há 25 anos atrás chamado de primário e os apelos dos senhores do poder para se voltar ao Portugal Rural são tantos, que até já estamos saudosos do 70x7 e do TV Rural.
Não consigo deixar de achar graça a esta solução para salvar a economia estagnada do país, parece um salto para o futuro com um pé no passado, mas todos os exemplos e esforços são bem vindos e dão-nos ideias. Enquanto por aqui se pensa e estuda opções, outros já estão a investir. O que falta é iniciativa!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Repórter TVI


A não perder amanhã...





Mercado Biológico


Neste sábado realizou-se o primeiro Mercado Biológico de Tomar, uma iniciativa que se repetirá no último sábado de cada mês entre as 10h e as 12h30. Para além de ser mais uma forma de contribuir para a animação do centro histórico da cidade, o Mercado Biológico terá também um importante contributo para fomentar práticas de alimentação mais saudáveis, uma vez que os produtos ali vendidos são produzidos de acordo com os critérios da agricultura biológica, ou seja, sem recurso a pesticidas ou produtos químicos.
Pensei em participar, não como agricultor/produtor, porque o que aqui se plantou até agora foi em pequena quantidade e para consumo próprio. A falta de prática e as geadas também têm dificultado experiencias mais ambiciosas, mas a laranjeira e a tília produzem em quantidade e algumas ideias empreendedoras surgiram. Cristalizei casca de laranja e fiz compota, pensei em fazer biscoitos e queques com outras frutas e combinações, até idealizei o logótipo e o conceito visual para uma futura marca, mas a tendinite que me atacou a meio da semana fez os planos serem adiados.
A vantagem de não participar na primeira edição, é poder observar como os outros fazem para melhorar e superar na próxima. Estavam presentes cerca de uma dúzia de participantes, alguns produtores certificados, com imagem de marca e grande variedade de produtos, outros nitidamente pequenos experimentadores não certificados, com visual hippie que espelhavam um estilo de vida vegan já por si confiável. Havia produtos frescos, ervas aromáticas, vinhos, compotas, licores, entre outras coisas. Fiquei com a ideia que o conceito de produtos transformados como bolos, biscoitos e queques, levemente inspirado nos mercados ingleses que Andy Bates mostrou na série, são uma ideia a explorar.
Para oficializar as coisas tenho que ver como se processa a certificação, depois ganhar determinação e avançar, pode ser que passe por aqui o meu/nosso futuro profissional e económico. 

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Cascas?


Na última semana fui surpreendido com uma reportagem sobre aulas de culinária com reaproveitamento de alimentos, nomeadamente cascas! Sim cascas! Os alunos aprendiam a fazer bolinhos de casca de batata, bolo de casca de banana, entre outras “iguarias”!
Poucos dias depois surpreendido fui com uma entrevista do autor do livro Cascas, Talos, Folhas e outros tesouros nutricionais, que falava maravilhas desta “nova” forma de cozinhar como se fosse a solução para todos os problemas. 
Vejamos, novidade não será, estou certo que os nossos antepassados Neandertais já o fizeram, assim como os escorbúticos dos Descobrimentos ou os pestilentos da Idade Média. Por alguma razão deixámos de ter uma alimentação deficiente e de má qualidade para passarmos a nos alimentar melhor, certo!?
A crise é sinónimo de cortar com excessos a vários níveis, alguns alimentares certamente, mas daí ao retrocesso acho um exagero e um erro. Daqui a algum tempo descobrirão que as cascas não têm benefício algum para a saúde pública, pois como já foi comprovado é nela que se instalam os químicos dos pesticidas e isso não traz nada de saudável.
Minha boa gente, há outras maneiras de sobreviver à crise sem cortar na alimentação, sem passar fome e sem ter que recorrer a restos. Se precisarem eu dou-vos umas dicas deliciosas e económicas. A verdadeira economia doméstica reside por aqui.


 

Crise & Saúde

E por falar em saúde… acabei de ouvir nas notícias:





Não não é do frio ou da gripe, é muito provável que seja da fome e da depressão… eu bem disse que a crise está a afectar a saúde dos cidadãos deste país, principalmente os idosos, depois digam que não previ ou não tenho razão.

Crise & Saúde


Se o aumento das taxas moderadoras tinha a intenção de diminuir a ida das pessoas aos hospitais, então a estratégia não resultou. Se foi para encher os bolsos do estado, então está a ser bem sucedida.
Parece-me que a crise está intrinsecamente relacionada com as enchentes nas urgências… a falta de dinheiro faz com que as pessoas se sintam piores, mais deprimidas e doentes, o que gera maior procura de tratamentos hospitalares. É a explicação que encontro para que na conjuntura actual os hospitais continuem a abarrotar como o metro em hora de ponta. Tudo bem que os idosos continuam isentos, mas não serão eles vitimas destas medidas de austeridade, não seremos também todos nós?
O estado é sim o grande culpado do estado de saúde dos cidadãos deste país. Acho que devíamos ser indemnizados por danos físicos e morais. Coelho Coelho um dia vais pagar por tudo aquilo que nos estas a fazer passar.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Responsável


Quando se é trabalhador estudante, diz a lei que podemos faltar ao trabalho no dia do exame e no anterior. Na semana passada tive a primeira melhoria de nota e optei por faltar no dia, mas na véspera não, num súbito senso de responsabilidade e profissionalismo para a turma não ficar com menos aulas. Esta quinta feira a situação repetiu-se, por bom senso não faltei na véspera porque tinha duas reuniões intercalares (em pleno Carnaval ah pois), decidi ir à tal turma de manhã e apenas faltar a uma reunião de tarde para não ter que me deslocar duas vezes à escola, como já tinha acontecido no dia anterior.
Pois a madrugada de quinta feira foi bastante complicada, uma dor de ombro e braço horrorosa tomou conta de mim e não consegui pregar olho, rebolei na cama, passei para o sofá, gemi com vontade de gritar e quando me deixei adormecer já era de manhã. Quando o despertador tocou o cenário não estava melhor e mesmo assim fui a conduzir para a escola, quando podia ter-me poupado já que teria a falta justificada. Depois da aula, fui ao hospital da vila, ao que me disseram só abrir consultas às 14 horas e que era melhor ir ao centro de saúde pois ali não me resolviam o problema. Fui então ao centro de saúde, mas também só atendiam a partir das 14 horas. Como ainda faltava, a custo voltei a Tomar e fui direto ao centro de saúde, onde curiosamente também só começavam atender a partir das 14. Como estava a ver que ali não iria resolver o assunto fui ao hospital e depois de alguma espera lá me medicaram para meu alívio. Claro que ainda deu para perceber que os 15 euros de taxa moderadora não são o suficiente para tirar as pessoas das urgências.
Dormi durante a tarde, o que foi uma bênção e à noite fui mostrar os trabalhos melhorados de Representação Diagramática a ver se fico com uma média melhor, trabalhos esses impressos pela quinta vez heim.
E como queria relatar esta experiencia, estou a escrever sob uma dor descomunal que regressou, por isso, e depois deste dia interminável, jamais ousem dizer que sou uma pessoa irresponsável.

Heroínas


Adoro histórias cujas protagonistas são mulheres, guerreiras, indestrutíveis e que vestem preto. Parece regra ou receita para sucesso de bilheteira, super heroína que se preze tem que usar um fato colado ao corpo, de preferência em material ousado como látex ou vinil, a fazer despertar as fantasias masculinas mais recônditas.
O grande salto foi dado sem dúvida pela Catwoman protagonizada por Michelle Pfeiffer em 1992. De fato justo e a lançar miados sensuais foi a pioneira e muitas outras lhe seguiram o exemplo. 


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Annie Leibovitz


Já nem sei ao certo o que procurava quando encontrei um blog recheado de fotografias de Annie Leibovitz, a fotógrafa das celebridades. Lindas por sinal, mas cheias de tratamento e artifícios… a fotografia já não é o que era.
Ah lembrei, procurava informação sobre o Feiticeiro de OZ, para quando uma nova versão!?







terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Belo/Horrível


É sabido que fenómenos climáticos como tornados, tsunamis e terramotos deixam-me perplexo e merecem o meu digno respeito. Pródigos no ano passado, por enquanto ainda não se fizeram sentir significativamente, mas nem só destes acontecimentos nefastos a natureza nos premeia, outras raridades fazem-nos perceber como somos insignificantes perante a força da natureza e como ao fim de 2012 anos de história e outros não sei quantos de pré-história ainda há tanto que nos surpreende. A esta dualidade de sensações alguém resolveu chamar de Belo/Horrível.

A nuvem "tsunamica" que se presenciou no início deste mês no litoral de Panama City Beach, na Florida, é um fenómeno conhecido como Kelvin-Helmholtz, a junção dos nomes dos dois homens que conseguiram explicar o raro acontecimento, que resulta da turbulência de correntes de ar que apresentam diferentes velocidades e formam ondas de nuvens. As imagens foram captadas por Mike Schaeffer um piloto de helicóptero que fazia a sua ronda.

iQ EV


Outra vez a falar de carros no blog, pois é, mas a noticia não podia passar em branco: Uma equipa da Toyota Japão esteve na Maia a testar o protótipo do iQ EV e ao que tudo indica o primeiro automóvel 100% elétrico vai chegar a Portugal até final do ano. Inicialmente dirigido a clientes empresariais e num futuro próximo ao publico em geral, dependendo da recetividade no mercado.
Para o iQ EV, que utiliza baterias de lítio, estima-se uma autonomia de 105 km, demorando aproximadamente 3 horas a carregar em modo normal. O modo de carregamento rápido poderá ser feito em cerca de 15 minutos, ficando carregada 80 por cento da capacidade total da bateria o que dá autonomia próxima dos 90 km.
Excelente é se o projecto vier inicialmente associado a um conceito como o autolib em Paris. É o futuro a chegar pessoal, em breve vamos mandar a gasolina para o galheto.


 

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Inveja


É o terceiro pecado que me assiste, mas com conta, peso e medida. Não invejo ser famoso nem aparecer na televisão, não invejo fazer grandes férias ou viagens, nem tão pouco quem tem o último modelo automóvel ou o gadget da moda. Invejo sim quem tem um estatuto, quem aparenta ser bem sucedido profissional e economicamente, quem transparece um estilo de vida próspero e cativa pela maneira como se veste. À primeira pode parecer coisa mesquinha, mas não é frivolidade de todo… O que será mais fútil, invejar quem gasta o ordenado em coisas e roupas de marca para aparentar riqueza e vaidade ou invejar alguém que tem um negócio bem sucedido, quem teve uma ideia brilhante e lucrou com ela?
Se para tudo existe um remédio, o melhor que existe para este é o dinheiro, ou a falta dele, é que se fica logo curado.


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Hot N Cold


Há dias alguém veio com a teoria que preferimos o frio ou o calor conforme o mês do nosso aniversário. Como nasci em Janeiro e sempre gostei mais do inverno que do verão, pareceu-me uma dedução bastante lógica. É preciso esclarecer que o motivo desta preferência não se deve de todo ao aniversário, até porque cada vez dou menos atenção a esse dia. O que me agrada no frio é precisamente poder vestir mais roupa, sentir mais conforto, dormir enrolado em cobertores no sofá, sair à rua sem me sentir pegajoso e poder respirar sem afrontamentos. Em contraponto, o verão para mim é um desgaste e uma aflição, onde evito sair de casa antes das 17, porque a moleza abunda tornando os dias desperdiçados, para além do suplício que é tentar adormecer numa noite de calor de janelas abertas constantemente atormentado por melgas (entretanto comprei um mosquiteiro e vão ver como elas mordem!).
Mas esta preferência está prestes a mudar, muito por culpa do terceiro inverno passado nesta casa… A verdade é que é muito fria e tirando a sala com a lareira acesa todas as noites desde Novembro, o resto das divisões são o mesmo que estar no pólo norte. Para combater esta adversidade, algumas medidas foram pensadas, tirando o ar condicionado que por ser inestético foi logo opção descartada, pensou-se em ligar todos os aquecimentos (o que daria um gasto astronómico), mudar todas as janelas para PVC (17 janelas orçamentadas em 5.000 euros, fora as portas…) e forrar o sótão com material isolante. Claro que só o aquecimento do quarto é ligado a noite toda e as outras opções têm sido adiadas, porque as finanças não têm andado lá muito favoráveis para obras e arranjos.
Enquanto isso começo a detestar este inverno, o frio veio mais tarde mas mais intenso e todas as manhãs acordam com geada negra que tem arrasado com as plantas da rua. O que vale são os dias e tardes de primavera, com almoços no alpendre sob um sol morno e agradável.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Dia dos Namorados


De vez em quando há uma ou outra música brasileira que me conquista. Esta é linda demais e vai direitinha para a lista daquelas que se devem ouvir e dedicar no Dia dos Namorados.

 

Luan Santana - Amar Não É Pecado

Eu não sei, de onde vem
Essa força que me leva pra você
Eu só sei que faz bem
Mas confesso que no fundo eu duvidei
Tive medo, e em segredo
Guardei o sentimento e me sufoquei
Mas agora, é a hora
Eu vou gritar pra todo mundo de uma vez
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo
E não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado
Que se dane o mundo
Eu só quero você
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo
E não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado
Que se dane o mundo
Eu só quero você
Eu não sei de, onde vem
Essa força que me leva pra você
Eu só sei, que faz bem
Mas confesso que no fundo eu duvidei
Tive medo, e em segredo
Guardei o sentimento e me sufoquei
Mas agora, é a hora
Eu vou gritar pra todo mundo de uma vez
Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo
E não tô nem ligando pro que vão dizer
Amar não é pecado
E se eu tiver errado
Que se dane o mundo
Eu só quero você
X3

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Downton Abbey


Sempre gostei de filmes de época. Atraí-me os cenários, o guarda roupa, a caracterização, a fotografia e são raros aqueles que não ficam na minha memória ou na minha coleção. Em tempos também me perdia com séries inglesas que seguia religiosamente, muitas delas policiais como Miss Marple ou Poirot ou de época como The Buccaneers, The Woman in White, The Tenant of Wildfell Hall. Depois vieram as comédias, Dharma & Greg, Will & Grace, Sex and the City, Accidentally on Purpose… mas nada com mais de meia hora porque simplesmente deixei de ter paciência. Recentemente surgiram outras com enredos sugestivos, Being Human, Modern Family, No Ordinary Family, Once Upon a Time mas nenhuma que me cativasse o suficiente para seguir.
Foi por sugestão de blogers no facebook que resolvei ver do que se tratava Downton Abbey Uma série de época inglesa, passada no início do século e com um décor de cortar a respiração, pareciam ingredientes tentadores, mas com 1 hora de duração fez-me logo engelhar o nariz, no entanto apenas 7 episódios por temporada já me deixaram mais tranquilo. Comecei a ver a reposição da 1ª temporada na Fox Life e não é que se vê mmmuiiitooooo bem. A seguir sem sombra de dúvidas.

Season 1

Season 2

Highclere Castle


Esta casinha encanta-me.

 
Highclere Castle é uma casa de campo de estilo Jacobethan, com parque desenhado por Capability Brown. Tem 405 hectares de propriedade e fica no condado de Hampshire a cerca de 3 km da fronteira com Berkshire. É o poiso de campo do Conde de Carnarvon e o cenário principal da série televisiva britânica de época, Downton Abbey.